Lixões: uma triste realidade nas principais cidades brasileiras

O destino dos resíduos sólidos é de extrema importância, não só para a preservação dos recursos naturais mas também para a saúde da população. Porém, esta é uma questão que ainda enfrenta inúmeros desafios e os resultados são preocupantes. Segundo a ABETRE (Associação Brasileira das Empresas de Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes) cerca de 60% das cidades brasileiras utilizam lixões para descartar seus resíduos. 

A pesquisa da ABETRE aponta ainda que estes lixões recebem em média 70 milhões de toneladas de resíduos sólidos – destes, 78% são recicláveis. As regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste são as regiões com maior concentração de lixões no país. 

Mas, quais são as causas para tais resultados? A resposta: ausência de políticas públicas e baixo investimento. Poucos são os municípios que fazem dessa pauta algo importante em suas gestões e para a ABETRE existe outro fator que torna ainda mais difícil a extinção dos lixões nas cidades brasileiras: a ausência de penalidades no descumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).  

Esta é uma pauta importante e cabe a sociedade cobrar dos gestores municipais e estaduais que os resíduos sólidos tenham descartes seguros para a população. Para se ter uma ideia, existem apenas 640 aterros sanitários no país e 1667 lixões – segundo a pesquisa da ABETRE. Além disso, isso coloca em risco a saúde de 42 milhões de pessoas, aproximadamente. 

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Fonte: Correio Braziliense. 

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